Kyoto, da floresta de bambu aos torii sem fim

Sabendo que não gosto muito de andar dependente de um guarda-chuva quando visito um sítio novo, o São Pedro de Kyoto lá deu o ar de sua graça e trouxe-nos outra vez dias cheios de sol. Pareceu-nos a oportunidade perfeita para tirar as bicicletas do AirBnb da garagem e foi a decisão mais acertada porque acabou por se revelar uma das melhores formas de percorrer a cidade.

Ainda desiludidos com o facto de ser quase impossível vislumbrar as famosas gueishas, pelo menos surpreendidos com o ambiente festivo que se vivia em muitas das ruas de Kyoto, onde jovens japonesas, às vezes acompanhadas das suas caras-metade, ostentavam com orgulho as suas coloridas e floridas yukatas.

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Mas voltando ao passeio. Não podíamos deixar a cidade sem conhecer duas das suas principais atrações: a Bamboo Grove, em Arashiyama, e o Fushimi Inari-taisha. Estávamos com a pica toda porque decidimos ir de bicicleta, ainda não muito conscientes da boa quantidade de quilómetros que iríamos fazer. Foram passeios memoráveis e, olhando para trás, não o faria de outra forma. Dica: fazer estes percursos o mais cedo possível (não só por causa do calor mas para chegar aos sítios ainda “adormecidos”, sem as habituais manadas de turistas).

A floresta de bambu é um lugar único, especialmente para os ocidentais como nós, e nenhuma fotografia vai conseguir captar a verdadeira essência deste lugar.

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No caso do Fushimi Inari-taisha, não tivemos a mesma sorte, porque acabámos por demorar mais tempo do que tínhamos planeado de bicicleta. Ainda pensámos voltar no último dia, mesmo de manhãzinha, para ter este lugar incrível só para nós, mas o conforto do tatami falou mais alto.

O templo está situado na montanha de Inari, onde é possível chegar ao topo através dos vários trilhos disponíveis. Ida e volta demora cerca de duas a três horas mas, no geral, os turistas exploram uma boa parte e depois voltam para trás. O templo é muito conhecido pelas curvas e contracurvas de um caminho feito por milhares de toriis alaranjados, geralmente doados por pessoas ou empresas, que são dedicados ao deus xintoísta do arroz.

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PS. Já viste o nosso vídeo sobre o Japão?

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