Festejar um quarto de século em Nova Iorque

Se leram o primeiro post sobre a nossa viagem a Nova Iorque, já sabem que o 25.º aniversário do Gui foi a desculpa perfeita para finalmente dar o “check” numa cidade que queríamos muito conhecer. Também já devem ter percebido que foi preciso beliscar-me quando percebi que finalmente tinha aterrado na cidade que tantas vezes ouvi o Sinatra cantar. Lembram-se da comparação da criança num parque de diversões? Foi mais ou menos isso.

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Nova Iorque brindou-nos logo com um trânsito infindável desde o aeroporto ao hotel. Já estávamos preparados para isso e sinceramente não nos importámos muito com a viagem de quase duas horas. Estávamos demasiado entusiasmados (ok, eu estava demasiado entusiasmada): “Gui, olha a Domino’s”. “Gui, olha os autocarros escolares”. “Gui, olha para aquele prédio”. O pobre coitado lá ia acenando com a cabeça (enquanto pensava no enorme hambúrguer que ia comer).

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Finalmente instalados, num hotel perto de Times Square, saímos para jantar. Tínhamos o estômago colado às costas de tantas horas sem comer. E foi então que percebemos: pior do que a fome que estávamos a passar era o frio que íamos ter de suportar nos próximos dias. Tapados dos pés à cabeça, só a cara à mostra. A sensação era cortante. Felizmente, estávamos tão entusiasmados com a ideia de conhecer o máximo possível da cidade que o frio acabou por se tornar um detalhe (chato é certo, mas há coisas piores).

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Passar por todos aqueles sítios que estamos habituados a ver na televisão foi mágico. Ver as vistas no famoso Top of the Rock, passar pelo Radio City Music Hall, pela Grand Central Terminal, pelos característicos jardins com pistas de gelo, o emblemático Empire State Building, passear no Central Park… Podia continuar esta lista sem fim mas vocês sabem do que estou a falar.

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Infelizmente, não conseguimos ver tudo. Tivemos de dar prioridade a algumas coisas que queríamos muito conhecer e as outras vamos ter de deixar para uma próxima visita. Esse é o problema de visitar Nova Iorque com o tempo contado. Numa semana, é impossível ver todos os “pontos a não perder”, pelo menos menos com calma. Houve sítios em que gostávamos de ter estado mais tranquilos, a explorar à nossa maneira, mas estávamos sempre um bocado “reféns” do tempo.

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Aliás, acho que nem o melhor nova-iorquino consegue viver a 100% a cidade. É um mundo à parte. Tem tantas coisas para ver, tantos sítios para conhecer, tantos restaurantes para experimentar. Basicamente, precisávamos de férias (e uma carteira) que não acabassem nunca. Mas não nos podemos queixar. Quem sabe, até lá ainda convenço o Gui a fazer as malas para nos mudarmos definitivamente.

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Mas, como seria de esperar, temos tantas fotografias para vos mostrar que vamos ter de fazer um segundo post. Entretanto, podem sempre ver (ou rever) o nosso vídeo e subscrever o canal de YouTube para estarem sempre a par de todas as novidades.

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